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Morada
EN 101 (Amarante - Régua), pouco depois de Reboreda, estradão para Travanca do Monte, caminho para a capela da Sra. da Guia, estradão principal da Serra da Aboboreira, lug. de Chã de Parada
Lugar: Chã da Parada
Freguesia: OVIL
Concelho: BAIÃO
4640-360
 
 
Latitude
41.2034369171
Longitude
-8.00756579197
Duração da Visita
10m
Altitude
876 metros
O Dólmen 1 de Chã de Parada, Monumento Nacional desde 1910, impressiona todos aqueles que por lá passam pelas suas dimensões e pela quietude de lugar. Alguns dos visitantes, deixaram já registo das suas impressões, como é ocaso do escritor José Saramago:
“O viajante dá a volta, aí está o corredor, e lá dentro a câmara espaçosa, mais alto todo o conjunto do que pelo lado de fora parecia (…) e de baixo nada tem. Não há limites para o silêncio. Debaixo destas pedras, o viajante retira-se do mundo. (…) que homens terão levantado à força de braço esta pesadíssima laje, desbastada e aperfeiçoada como uma calote, e que falas se falaram debaixo dela, que mortos aqui foram deitados. O viajante senta-se no chão arenoso, colhe entre dois dedos um tenro caule que nasceu junto de um esteio, e, curvando a cabeça, ouve enfim o seu próprio coração.”
Viagem a Portugal, p. 34
 
Pode ainda observar-se algumas gravuras pré-históricas em alguns dos esteios que compõem a câmara dólménica. A sua observação é mais perceptível quando se conhece a sua localização, pelo que se aconselha a marcação de uma visita orientada, através do Núcleo de Arqueologia do Museu Municipal de Baião. Cabe a todos a responsabilidade da conservação e preservação destas gravuras para as gerações vindouras